PASTORAL FAMILIAR DE LAGO DA PEDRA (MA),PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ E SEUS SETORES RESPONSAVEIS QUE SÃO:PRÉ-MATRIMÔNIO,PÓS-MATRIMÔNIO,CASOS ESPECIAS E TEMPOS FORTES.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
pastoral familiar de lago da pedra
a pastoral familiar de lago da pedra e toda a paróquia são josé está realizando durante todo o mês de setembro o circulo biblico.em toda comunidade e realizando tambem o cenáclo com maria.
A conversa de Jesus com os discípulos de Emaús foi o primeiro Círculo Bíblico. Nele aparecem três pontos que devem estar sempre presentes na leitura e na interpretação que fazemos da Bíblia.
1. Reflexão sobre a Realidade : Jesus soube criar um ambiente de conversa e, com muito jeito, forçou os dois a falar sobre os problemas que eles estavam vivenciando naqueles dias. Na conversa apareceu toda a realidade: a tristeza, o desânimo, a frustração dos dois, a sua falsa esperança de um messias glorioso a incapacidade dos dois em crer nos pequenos sinais de esperança.(cf. Lc 24, 13-24).
2. Estudo da própria Bíblia : Jesus usou a Bíblia não tanto para interpretar e ensinar a Bíblia, mas muito mais para com ela interpretar os fatos da vida e animar os dois rapazes. Refletiu com eles. Junto com os dois, ele soube encontrar aqueles textos de Moisés e dos profetas que pudessem trazer alguma luz para a situação de tristeza que os impregnava. (cf. Lc 24, 25-27).
3. Vivência comunitária da fé na Ressurreição: Jesus andou com eles, conversou, criou um ambiente de abertura e teve a paciência de escutá-los. Falando da vida e da Bíblia, agradou tanto, que o coração dos dois se esquentou, e eles chegaram a convidá-lo para jantar. Ficou com eles, sentou à mesa, rezou com eles e fez a partilha do pão, como se tornou costume entre os cristãos que tinham tudo em comum. Jesus não só falou, mas colocou gestos bem concretos de amizade. Ora, tudo isso é o ambiente da comunidade, onde se procura viver como irmão. É aí que se faz a experiência da ressurreição, do Cristo vivo no meio de nós; a experiência de Javé, Deus libertador (cf. Lc 24, 28-32). Quando estes três elementos estão presentes na interpretação da Bíblia, aí a Bíblia atinge o seu objetivo e acontece o milagre da mudança: os discípulos descobrem a força da palavra de Deus presente nos fatos, começam a praticá-la e tudo se transforma. os olhos se abrem, as pessoas mudam; a cruz, vista como sinal de morte e de desespero, torna-se sinal de vida e de esperança; o medo desaparece, a coragem reaparece. Tudo começou quando Jesus falava com eles sobre a vida e sobre a Bíblia; a fé se afirma, a esperança se renova e o amor abre novos caminhos (cf. Lc 24, 33-35).
Hoje, movimento vivo e atuante na maioria das comunidades católicas, os Círculos Bíblicos constituem grupos de pessoas que, por sentirem a necessidade de aprofundarem a Palavra de Deus, se reúnem conforme acordo prévio para pensarem as suas vidas conforme os ensinamentos de Jesus. Esses encontros não têm nenhum caráter formal do estudo bíblico sistematizado. Assim, quaisquer pessoas que tenham na vida e no coração o maior ensinamento de Cristo, que é o amor ao próximo, serão capazes de se reunirem, lerem a Palavra Sagrada, e trocarem experiências de vida com base nos ensinamentos extraídos da leitura. Ao longo do ano são aprofundados vários temas, conforme proposta da Igreja. Por esta proposta um Círculo Bíblico e essencialmente missionário, já que seus componentes se reúnem fora do templo e atuam para fora do espaço comum da sede da comunidade. Os seus componentes são missionários da Palavra de Deus, pois a levam para os lugares onde se reúnem: prédios, lares, clubes, locais de trabalho, etc.
As reuniões se desenvolvem através de uma oração inicial, a leitura do texto bíblico seguida de um aprofundamento com a troca dos sentimentos despertados em cada um dos participantes e ainda experiências e momentos vividos que o texto rememoriza. Todos devem expor seus sentimentos, dúvidas, experiências. Não haverá monopólio da palavra, todos devem se manifestar, havendo entre todos, carinho, cordialidade e respeito mútuo. Pode acontecer também algum estudo de situação concreta colocada para o grupo. Após, preces de louvor e de agradecimento a Deus, pode-se encerrar com um pequeno ágape fraterno.
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Jesus chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (Mc 8, 34).
Renunciar a si mesmo e seguir Jesus Cristo é a verdadeira liberdade, de poder dizer sim no amor a Ele e ao Seu Evangelho, de poder dizer sim no amor ao próximo. Assumir a cruz em nossas vidas significa amar como Jesus amou, ou seja, em meio às dores e aos sofrimentos. Desde o ventre materno Jesus foi perseguido e, de certa forma, a sua Mãe, a Virgem das dores, compartilhou com Ele esses sofrimentos. As sete dores de Maria, que são meditadas por muitos devotos, estão diretamente ligadas aos sofrimentos de Seu Filho Jesus Cristo.
Nossa Senhora, por ser sua Mãe, participou dos sofrimentos de Jesus Cristo. Mais do que qualquer outra pessoa, ela assumiu os sofrimentos da cruz de Cristo em sua vida. A Virgem Maria seguiu seu Filho até o fim, desde a sua infância até a idade adulta, na sua vida pública, que culminou em Seu sacrifício no Calvário. Maria assumiu a cruz do sofrimento por causa de Jesus, por causa de sua prisão, pelo seu julgamento injusto, pelas suas dores na flagelação e na coroação de espinhos, pelos ultrajes e blasfêmias contra Ele, pela Sua crucifixão, pela sua morte.
A Virgem Maria não somente assumiu a sua cruz com fidelidade no seguimento a Seu Filho, mas também assumiu a maternidade espiritual de toda a Igreja. Pouco antes de Sua morte, Jesus disse à sua Mãe: “Mulher, eis o teu filho!” (Jo 19, 26). Entregando João como filho, Jesus entregava a todos nós cristãos aos cuidados da sua Mãe. Nossa Senhora jamais diria não a um pedido de Jesus, ainda mais que este foi feito naquele momento derradeiro na cruz. Por isso, Maria assume a cada um de nós cristãos como filhos. Ela é a nossa Mãe espiritual, que compartilha também os nossos sofrimentos. Ela nos consola em nossas dores e, nas nossas quedas, nos ajuda a levantar. Ela está conosco e não nos abandonará, como não abandonou Jesus, mas foi fiel até o fim.
A Virgem Maria é uma Mãe zelosa, que cuida de cada um dos seus filhos, por isso, não tenhamos medo de nos confiar inteiramente a Ela. Foi o próprio Cristo que, em Seu testamento espiritual, nos entregou Maria como nossa Mãe. Entregando Nossa Senhora a João, Jesus a entrega a todos nós: “Eis a tua mãe!” (Jo 19, 27). Ela é nossa Mãe espiritual e devemos nos consagrar a ela toda nossa vida. Ela nos ajudará a tomar a nossa cruz, a assumir os sofrimentos com alegria, por amor a Jesus e ao Seu Evangelho. Ela será nosso auxílio para chegarmos ao Reino definitivo de Seu Filho Jesus Cristo.
sábado, 8 de setembro de 2012
O Papa João Paulo II, na Carta às Famílias, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como que de uma nascente sagrada, e é cultivada e formada. É missão sagrada da família: guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.
O Concílio Vaticano II já a tinha chamado de “a Igreja doméstica” (LG, 11) na qual Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido; nele também foi ensinado que: “A salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar” (GS, 47).
Jesus habita com a família cristã. A presença do Senhor nas Bodas de Caná da Galiléia significa que o Senhor “quer estar no meio da família”, ajudando-a a vencer todos os seus desafios; e Nossa Senhora ali o acompanha com a sua materna intercessão.
Desde que Deus desejou criar o homem e a mulher “à sua imagem e semelhança” (Gen 1,26), Ele os quis “em família”. Por isso, a família é uma realidade sagrada. Jesus começou sua missão redentora da humanidade na Família de Nazaré. A primeira realidade humana que Ele quis resgatar foi a família; Ele não teve um pai natural aqui, mas quis ter um pai adotivo, quis ter uma família, e viveu nela trinta anos. Isso é muito significativo. Com a presença d’Ele na família – Ele sagrou todas as famílias.
Conta-nos São Lucas que após o encontro do Senhor no Templo, eles voltaram para Nazaré “e Ele lhes era submisso” (cf. Lc 2,51). A primeira lição que Jesus nos deixou na família é a de que os filhos devem obedecer aos pais, cumprindo bem o Quarto Mandamento da Lei. Assim se expressou o Papa João Paulo II:
“O Filho unigênito, consubstancial ao Pai, ‘Deus de Deus, Luz da Luz’, entrou na história dos homens através da família” (CF, 2).
Ao falar da família no plano de Deus, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que ela é “vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC, 2205). E na sua mensagem de Paz, do primeiro dia do Ano Novo (2008) o Papa Bento XVI deixou claro que sem a família não pode haver paz no mundo. E o Papa fez questão de ressaltar que família é somente aquela que surge da união de um homem com uma mulher, unidos para sempre, e não uma união homossexual que dá origem a uma falsa família.
“A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” (CIC, 2207).
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