paróquia são josé Lago da pedra Ma

terça-feira, 30 de outubro de 2012

                              IMAGENS DA SAGRADA FAMILIA

A PASTORAL FAMILIAR DE LAGO DA PEDRA CONVIDA VOCÊ A FAZER PARTE DA MISSA ESPECIAL PARA NOSSAS FAMÍLIAS COM A IMAGEM DA SAGRADA FAMÍLIA DA COMISSÃO NACIONAL E A SAGRADA FAMÍLIA DA COMISSÃO REGIONAL NORDESTE V, QUE ESTARÁ PERIGRINANDO EM NOSSA PARÓQUIA, COM CHEGADA DIA 09/11, NA COMUNIDADE SÃO FRANCISCO EM LAGO DOS RODRIGUES, DIA 10/11, NA COMUNIDADE DE SANTA LUZIA NO BAIRRO PLANALTO, DIA 11/11, NA COMUNIDADE MATRIZ PARA FICAR CONOSCO DOIS DIAS, NOS DIAS 11 E 12, DIA 11 NA MISSA (DOMINGO) A NOITE E DIA 12 (SEGUNDA-FEIRA) NO LOUVOR DA RENOVAÇÃO CARISMATICA CATOLICA, NÃO DEIXE DE PARTICIPAR JUNTAMENTE COM SUA FAMÍLIA DESTA GRANDE HOMENAGEM PARA NOSSAS FAMÍLIAS COM A SAGRADA FAMÍLIA DE NAZARÉ, PARTICIPE.
“FAMÍLIA, PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE”.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

                                DESPEDIDAS DA IRMÃS LIDU E MARTA

ESTIVERAM DURANTE MAIS DE 40 ANOS EM NOSSA PARÓQUIA ESTAS IRMÃS QUE VAI FAZER MUITA FALTA COM SEUS TRABALHOS AUTENTICOS DE MISSIONARIAS MAS SABEMOS QUE VÃO PARA SUAS FAMÍLIAS, QUE DEUS SEMPRE OS ABENÇOE ONDE ELAS ESTIVEREM.
TODAS AS PASTORAIS, GRUPOS E MOVIMENTOS DE NOSSA PARÓQUIA SÃO JOSÉ AGRADECE MUITO POR TUDO QUE ELAS FIZERAM, DESDE DE JÁ FICA A HOMENAGEM DA PASTORAL FAMILIAR DE LAGO DA PEDRA.

         X CONGRESSO DIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR

                                                       
A PASTORAL FAMÍLIAR DE LAGO DA PEDRA ESTEVE PRESENTE NO X CONGRESSO DIOCESANO, REALIZADO NA CIDADE DE LIMA CAMPOS(MA), NOS DIAS 26,27 E 28 DE OUTUBRO DE 2012, COM O TEMA: A FAMÍLIA, O TRABALHO E A FESTA E O LEMA: O AMOR FAZ DA VIDA UMA MISSÃO.
ESTEVE PRESENTE 11 PARÓQUIAS DE NOSSA DIOCESE DE BACABAL, NO QUAL FOI ABORDADO MUITOS TEMAS IMPORTANTES COMO A EVANGELIZAÇÃO NAS FAMÍLIAS DA ZONA URBANA E ZONA RURAL E A QUILIFICAÇÃO DOS AGENTES DE PASTORAL FAMÍLIAR, COM MOMENTOS DE ESPIRITUALIDADES E REFLEXÕES PARA OS MESMOS.
                                                      
                    Família e vida social
 
Já não se ouve com a mesma intensidade aquele refrão que repetiu, por décadas, um veredito a respeito do fim da família. De sociólogos a outros tantos especialistas de diferentes áreas, há uma convicção incontestável de que a família tem centralidade e uma importância determinante na vida de cada pessoa. É um grande ganho fortalecer esse entendimento. A família é o lugar primário da humanização de cada um e da sociedade, um berço de vida e amor.
Nenhum lugar é tão favorável para o conhecimento e a experiência de Deus. Na família, a fé é transmitida pelo amor. Os limites conhecidos e experimentados não obscurecem ou invalidam esta força própria, até mágica e não palpável, que a família, como escola de amor, exerce na tarefa educativa. A Igreja Católica, em parceria com muitos segmentos da sociedade civil, considera a família como a primeira sociedade natural, titular de direitos próprios e originários. É fácil constatar o lugar central que é dado à família na vida social. Excluir ou deslocá-la desse lugar é correr o sério risco de causar um grave dano ao crescimento do corpo social inteiro.
Para compreender melhor a centralidade da família, é preciso compreender, à luz da Doutrina Social da Igreja, que essa instituição “nasce da íntima comunhão de vida e de amor, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, com dimensão social própria e originária, lugar primário de relações interpessoais, instituição divina colocada como fundamento da vida das pessoas e como molde de todo ordenamento social”. Não se pode desprezar a força que cada família agrega nos avanços sociais e na consciência política, bem como na experiência indispensável da féem Deus. Nãose pode ignorar, deixar de aprofundar e de refletir sobre a indiscutível importância da família para a pessoa.
Há um ambiente de vida criado pelo dom recíproco de um homem e uma mulher, chamados a viver como compromisso de amor. Este é o ambiente indispensável para que a criança desenvolva suas potencialidades e torne-se consciente de sua dignidade - o dom mais precioso para cada pessoa. Além disso, esta consciência sustenta a cidadania, que articula relações sociais e políticas dando à sociedade as condições necessárias para ser solidária e fraterna. Perdida esta consciência, ou mal formada, desvios de todo tipo podem sacrificar o caminho e os destinos da humanidade.
A sociabilidade humana, aprendida e experimentada na família, é determinante na sustentação da sociedade, do tecido de sua cultura. Esta sociabilidade é indispensável porque contribui de modo único para o bem comum. Por isso, a família deve ser prioridade. No horizonte dessa rica compreensão é que se discute a inoportuna equiparação legislativa entre família e uniões de fato. Esta equivalência está na contramão do modelo de família que não pode reduzir-se a uma precária relação entre pessoas. O debate público contemporâneo se defronta com o ideal de família que compreende a união permanente, originada pelo pacto entre um homem e uma mulher, fundado sobre uma escolha recíproca e livre. Uma escolha que implica a plena comunhão conjugal orientada para a procriação.
Pensando a tarefa educativa própria da família, é oportuno relacioná-la sempre com a vida econômica e com o trabalho. A família, quando protagonista da vida econômica, ensina a importância da partilha e da solidariedade entre as pessoas. De modo particular, é decisiva na formação profissional. A sociedade ganha quando a família faz do cidadão um trabalhador incansável, engajado na promoção do bem. Em se considerando a necessidade de avanços culturais e econômicos, a família precisa contribuir, sobretudo, com a educação para o sentido do trabalho, ajudar na oferta de orientações. A família tem, pois, um papel determinante no desenvolvimento integral humano, garantindo a qualificação da vida social.
 
 
Comissão de planejamento que foi realizado pela CDPF-2012

26 de novembro de 2011 Assembleia letiva do regional NE-V em São Luís.

02 de dezembro de 2011 encontro em Brejo de Areia – O DESPERTA PARA A PF.

11 de dezembro de 2011 – Planejamento Diocesano da CDPF em Pio XII

20 a 22/01/2012 Assembleia Regional NE-V em Imperatriz.

26 de fevereiro encontro diocesano de formação (Leitura Orante da Bíblia) Bacabal D. Armando e CDPF

11 de Março  encontro de formação para coordenadores, São Francisco e Santa Teresinha

15 de abril encontro de formação São José, Lago da Pedra reg. I

15 de abril encontro de formação São Benedito, Pedreiras reg. II

22 de abril encontro de capacitação Sagrado Coração de Jesus, Olho D’Água reg. III

06 de maio formação e capacitação Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Esperantinópolis. reg. II

01 de julho VI Ampliada, Bacabal (prog. O Congresso).

18 de Agosto Brejo de Areia orientação para o estudo do guia de implantação

02 de setembro formação Santo Antônio de Pádua, Trizidela do Vale.

09 de setembro capacitação e formação Sant’Ana, Bacabal. reg. I

30 de setembro capacitação e formação Nossa Senhora da Conceição, Paulo Ramos. reg. II

14 de outubro capacitação e formação, comunidade Nossa Senhora das Graças, Satubinha reg. III

20 de outubro viagem a Barra do corda para receber as imagens da Sagrada Família do Nacional e do regional na peregrinação.

25 e 26 de agosto encontro do Regional NE-V com o Nacional em Santa Inês

XIV Congresso Nacional de Pastoral Familiar. Local Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, Multicenter em São Luis-Ma de 26 a 28 de setembro de 2014, Tema: A FAMILIA, O TRABALHO E A FESTA, Lema: ? Numero de participantes 700 a 900 agentes.

Assessor da CNBB, propostas para PF trabalhar 2013, A Boa Nova de Jesus (anuncio); Associação da PF; Comissão da vida – setor família; Ser PF com os filhos; Passar para a Diocese as informações do regional; Acessar o Site da CNBB; Aumentar a aquisição do livro Hora da Família; Criar vinculo de oração e espiritualidade.

Trabalho realizado pela Arquidiocese de São Luís.

a)Cultura da Paz – pintura em telas, escultura de ferro recicláveis etc.

b)Uma gota de esperança – doação de sangue pela PF

c)Cinco pães e dois peixe – dar assistência integral a família

d)Família acolhedora – o casal adota por 4 meses para recuperar a criança e assistência aos pais - sem o apego da criança.
que a Sagrada Família nos abençoe, Amem.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

FESTEJO DE SÃO FRANCISCO PARÓQUIA SÃO JOSÉ

A PARÓQUIA SÃO JOSÉ DE LAGO DA PEDRA DIOCESE DE BACABAL.DEU INICIO AO

FESTEJO DE SÃO FRANCISCO INICIO 25/09/2012 A 04/10/2012 .

TODA COMUNIDADE ESTÁ ENVOLVIDA.

*PASTORAL FAMILIAR

*JUFRA

*OFS E BENFEITORES

*TERÇO DOS HOMENS E MINISTROS DA EUCARISTIA

*CATEQUESE

*LEGIÃO DE MARIA E APOSTOLADO DA ORAÇÃO

*AMOR EXIGENTE

*PASTORAL DA CRIANÇA

*BIO-SAUDE

*PASTORAL DA JUVENTUDE

*PASTORAL DO DIZIMO E RCC

*COLEGIO SÃO FRANCISCO

*ALCÓLICOS ANÔNIMOS

*EQUIPE DE LITURGIA

*PASTORAL DA PESSOA IDOSA

*PASCOM

DIA 30/09,AS 08:00h HAVERÁ NA MATRIZ A MISSA DO FESTEJO COM AS CRIANÇAS

(OS CATEQUISTAS DA CIDADE VENHAM COM SUAS TURMAS COMPLETAS.

RESPONSAVEIS PELA LITURGIA CATEQUISTAS DA COMUNIDADE MATRIZ .

DEPOIS DA MISSA HAVERÁ OS BATIZADOS-MAIS UM TRABALHO DO SETOR PRÉ-MATRIMÔNIO DA PASTORAL FAMILIAR.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

                          pastoral familiar de lago da pedra

a pastoral familiar de lago da pedra e toda a paróquia são josé está realizando durante todo o mês de setembro o circulo biblico.em toda comunidade e realizando tambem o cenáclo com maria.


A conversa de Jesus com os discípulos de Emaús foi o primeiro Círculo Bíblico. Nele aparecem três pontos que devem estar sempre presentes na leitura e na interpretação que fazemos da Bíblia.
1. Reflexão sobre a Realidade : Jesus soube criar um ambiente de conversa e, com muito jeito, forçou os dois a falar sobre os problemas que eles estavam vivenciando naqueles dias. Na conversa apareceu toda a realidade: a tristeza, o desânimo, a frustração dos dois, a sua falsa esperança de um messias glorioso a incapacidade dos dois em crer nos pequenos sinais de esperança.(cf. Lc 24, 13-24).
2. Estudo da própria Bíblia : Jesus usou a Bíblia não tanto para interpretar e ensinar a Bíblia, mas muito mais para com ela interpretar os fatos da vida e animar os dois rapazes. Refletiu com eles. Junto com os dois, ele soube encontrar aqueles textos de Moisés e dos profetas que pudessem trazer alguma luz para a situação de tristeza que os impregnava. (cf. Lc 24, 25-27).
3. Vivência comunitária da fé na Ressurreição: Jesus andou com eles, conversou, criou um ambiente de abertura e teve a paciência de escutá-los. Falando da vida e da Bíblia, agradou tanto, que o coração dos dois se esquentou, e eles chegaram a convidá-lo para jantar. Ficou com eles, sentou à mesa, rezou com eles e fez a partilha do pão, como se tornou costume entre os cristãos que tinham tudo em comum. Jesus não só falou, mas colocou gestos bem concretos de amizade. Ora, tudo isso é o ambiente da comunidade, onde se procura viver como irmão. É aí que se faz a experiência da ressurreição, do Cristo vivo no meio de nós; a experiência de Javé, Deus libertador (cf. Lc 24, 28-32). Quando estes três elementos estão presentes na interpretação da Bíblia, aí a Bíblia atinge o seu objetivo e acontece o milagre da mudança: os discípulos descobrem a força da palavra de Deus presente nos fatos, começam a praticá-la e tudo se transforma. os olhos se abrem, as pessoas mudam; a cruz, vista como sinal de morte e de desespero, torna-se sinal de vida e de esperança; o medo desaparece, a coragem reaparece. Tudo começou quando Jesus falava com eles sobre a vida e sobre a Bíblia; a fé se afirma, a esperança se renova e o amor abre novos caminhos (cf. Lc 24, 33-35).
Hoje, movimento vivo e atuante na maioria das comunidades católicas, os Círculos Bíblicos constituem grupos de pessoas que, por sentirem a necessidade de aprofundarem a Palavra de Deus, se reúnem conforme acordo prévio para pensarem as suas vidas conforme os ensinamentos de Jesus. Esses encontros não têm nenhum caráter formal do estudo bíblico sistematizado. Assim, quaisquer pessoas que tenham na vida e no coração o maior ensinamento de Cristo, que é o amor ao próximo, serão capazes de se reunirem, lerem a Palavra Sagrada, e trocarem experiências de vida com base nos ensinamentos extraídos da leitura. Ao longo do ano são aprofundados vários temas, conforme proposta da Igreja. Por esta proposta um Círculo Bíblico e essencialmente missionário, já que seus componentes se reúnem fora do templo e atuam para fora do espaço comum da sede da comunidade. Os seus componentes são missionários da Palavra de Deus, pois a levam para os lugares onde se reúnem: prédios, lares, clubes, locais de trabalho, etc.
As reuniões se desenvolvem através de uma oração inicial, a leitura do texto bíblico seguida de um aprofundamento com a troca dos sentimentos despertados em cada um dos participantes e ainda experiências e momentos vividos que o texto rememoriza. Todos devem expor seus sentimentos, dúvidas, experiências. Não haverá monopólio da palavra, todos devem se manifestar, havendo entre todos, carinho, cordialidade e respeito mútuo. Pode acontecer também algum estudo de situação concreta colocada para o grupo. Após, preces de louvor e de agradecimento a Deus, pode-se encerrar com um pequeno ágape fraterno.
Jesus chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (Mc 8, 34).
A virgem Maria e o Mistério da cruz de CristoJesus colocou como exigência para aqueles que O querem seguir, a atitude livre de tomar a sua cruz e segui-Lo. Tomar a nossa cruz significa assumir o mistério do sofrimento em nossas vidas. Tomar a nossa cruz significa ainda mais, implica um certo tipo de morte (cf. Mc 8, 35), por amor a Cristo e ao Seu Evangelho. Somos livres para assumir a cruz, mas o Mestre nos alerta que a liberdade somente existe para aqueles que querem segui-Lo (cf. Mc 8, 35b). Aqueles que não quiserem tomar sua cruz e segui-Lo, aqueles que quiserem salvar suas vidas, vão perdê-la (cf. Mc 8, 35a), ou seja, vão perder a liberdade.
Renunciar a si mesmo e seguir Jesus Cristo é a verdadeira liberdade, de poder dizer sim no amor a Ele e ao Seu Evangelho, de poder dizer sim no amor ao próximo. Assumir a cruz em nossas vidas significa amar como Jesus amou, ou seja, em meio às dores e aos sofrimentos. Desde o ventre materno Jesus foi perseguido e, de certa forma, a sua Mãe, a Virgem das dores, compartilhou com Ele esses sofrimentos. As sete dores de Maria, que são meditadas por muitos devotos, estão diretamente ligadas aos sofrimentos de Seu Filho Jesus Cristo.
Nossa Senhora, por ser sua Mãe, participou dos sofrimentos de Jesus Cristo. Mais do que qualquer outra pessoa, ela assumiu os sofrimentos da cruz de Cristo em sua vida. A Virgem Maria seguiu seu Filho até o fim, desde a sua infância até a idade adulta, na sua vida pública, que culminou em Seu sacrifício no Calvário. Maria assumiu a cruz do sofrimento por causa de Jesus, por causa de sua prisão, pelo seu julgamento injusto, pelas suas dores na flagelação e na coroação de espinhos, pelos ultrajes e blasfêmias contra Ele, pela Sua crucifixão, pela sua morte.
A Virgem Maria não somente assumiu a sua cruz com fidelidade no seguimento a Seu Filho, mas também assumiu a maternidade espiritual de toda a Igreja. Pouco antes de Sua morte, Jesus disse à sua Mãe: “Mulher, eis o teu filho!” (Jo 19, 26). Entregando João como filho, Jesus entregava a todos nós cristãos aos cuidados da sua Mãe. Nossa Senhora jamais diria não a um pedido de Jesus, ainda mais que este foi feito naquele momento derradeiro na cruz. Por isso, Maria assume a cada um de nós cristãos como filhos. Ela é a nossa Mãe espiritual, que compartilha também os nossos sofrimentos. Ela nos consola em nossas dores e, nas nossas quedas, nos ajuda a levantar. Ela está conosco e não nos abandonará, como não abandonou Jesus, mas foi fiel até o fim.
A Virgem Maria é uma Mãe zelosa, que cuida de cada um dos seus filhos, por isso, não tenhamos medo de nos confiar inteiramente a Ela. Foi o próprio Cristo que, em Seu testamento espiritual, nos entregou Maria como nossa Mãe. Entregando Nossa Senhora a João, Jesus a entrega a todos nós: “Eis a tua mãe!” (Jo 19, 27). Ela é nossa Mãe espiritual e devemos nos consagrar a ela toda nossa vida. Ela nos ajudará a tomar a nossa cruz, a assumir os sofrimentos com alegria, por amor a Jesus e ao Seu Evangelho. Ela será nosso auxílio para chegarmos ao Reino definitivo de Seu Filho Jesus Cristo.